O Integralismo!

"Haver pertencido ao integralismo é um título que me tem proporcionado os melhores momentos de minha vida social, profissional, política, cultural, cordial e afetuosa." - Gerardo

Núcleos se mobilizam para ajudar vítimas das enchentes no Nordeste

Em 27 de Junho de 2010 por Nova Offensiva


Neste sábado (26) foram recolhidas doações para ajudar as vítimas da tragédia que ocorreu nos estados de Alagoas e Pernambuco na última semana. O ato solidário, iniciado pela secção fluminense da Frente Integralista Brasileira após as notícias que comoveram o país, visa recolher mantimentos diversos, como material de limpeza, artigos para higiene pessoal e alimentos não perecíveis.

O material arrecadado será entregue ao ponto de coleta localizado no bairro de Copacabana por Guilherme Jorge Figueira, presidente da secção fluminense. A campanha de arrecadação é semelhante a ocorrida poucos meses atrás, quando cobertores e agasalhos foram entregues às vítimas das fortes chuvas ocorridas no estado do Rio de Janeiro.

“Nosso objetivo nesta campanha é o de arrecadar o maior número de materiais possíveis para ajudar os nossos irmãos do Nordeste. Atuamos para amenizar o sofrimento dos cidadãos que perderam seus bens.” – Destaca Figueira, idealizador da...

Homenagens aos Mártires Integralistas!

Em 12 de Maio de 2010 por Nova Offensiva


Data do ataque de alguns Integralistas ao Palácio da Guanabara, em tentativa de contra-golpe, no Rio de janeiro, durante a ditadura de Getúlio Vargas, em 1938.

Às 22 horas do dia 10 de maio de 1938, saia eu do Liceu de Artes e ofícios na Avenida Rio Branco do Rio de Janeiro, onde estudava no horário da noite. No Largo da Carioca, tomei o bonde com destino á residência, rua Cargo Coutinho próximo ao Largo do Machado, onde saltei. Havia aí, o famoso “Café Lamas”, ponto de reuniões dos boêmios do bairro.

Naquela noite, era o popular Grande Otelo que fazia o programa. Resolvi entrar. Lá pelas 12 horas, as luzes se apagaram. Que teria acontecido? Ninguém sabia. A gerencia do Café providenciou um Lampião... e a festa continua... Resolvi sair. Na Praça, vejo sair da rua Dois de Dezembro, vários caminhões conduzindo nas carrocerias homens vestidos de macacões azuis e lenços brancos ao pescoço. Não havia iluminação, mas a noite estava clara. Os veículos contornavam a Praça e seguiam pela rua das Laranjeiras. A nossa primeira impressão, era que se tratasse de funcionários da Companhia de Eletricidade, cuja usina ficava no quarteirão entre as ruas Machado de Assis e Dois de Dezembro. Fui dormir...