Núcleos se mobilizam para ajudar vítimas das enchentes no Nordeste
Neste sábado (26) foram recolhidas doações para ajudar as vítimas da tragédia que ocorreu nos estados de Alagoas e Pernambuco na última semana. O ato solidário, iniciado pela secção fluminense da Frente Integralista Brasileira após as notícias que comoveram o país, visa recolher mantimentos diversos, como material de limpeza, artigos para higiene pessoal e alimentos não perecíveis.
O material arrecadado será entregue ao ponto de coleta localizado no bairro de Copacabana por Guilherme Jorge Figueira, presidente da secção fluminense. A campanha de arrecadação é semelhante a ocorrida poucos meses atrás, quando cobertores e agasalhos foram entregues às vítimas das fortes chuvas ocorridas no estado do Rio de Janeiro.
“Nosso objetivo nesta campanha é o de arrecadar o maior número de materiais possíveis para ajudar os nossos irmãos do Nordeste. Atuamos para amenizar o sofrimento dos cidadãos que perderam seus bens.” – Destaca Figueira, idealizador da...![]()
Homenagens aos Mártires Integralistas!
Data do ataque de alguns Integralistas ao Palácio da Guanabara, em tentativa de contra-golpe, no Rio de janeiro, durante a ditadura de Getúlio Vargas, em 1938.
Às 22 horas do dia 10 de maio de 1938, saia eu do Liceu de Artes e ofícios na Avenida Rio Branco do Rio de Janeiro, onde estudava no horário da noite.
No Largo da Carioca, tomei o bonde com destino á residência, rua Cargo Coutinho próximo ao Largo do Machado, onde saltei. Havia aí, o famoso “Café Lamas”, ponto de reuniões dos boêmios do bairro.
Naquela noite, era o popular Grande Otelo que fazia o programa. Resolvi entrar. Lá pelas 12 horas, as luzes se apagaram. Que teria acontecido? Ninguém sabia. A gerencia do Café providenciou um Lampião... e a festa continua... Resolvi sair. Na Praça, vejo sair da rua Dois de Dezembro, vários caminhões conduzindo nas carrocerias homens vestidos de macacões azuis e lenços brancos ao pescoço. Não havia iluminação, mas a noite estava clara. Os veículos contornavam a Praça e seguiam pela rua das Laranjeiras. A nossa primeira impressão, era que se tratasse de funcionários da Companhia de Eletricidade, cuja usina ficava no quarteirão entre as ruas Machado de Assis e Dois de Dezembro. Fui dormir...![]()
