O Integralismo!

"Haver pertencido ao integralismo é um título que me tem proporcionado os melhores momentos de minha vida social, profissional, política, cultural, cordial e afetuosa." - Gerardo

Análise sobre as eleições norte-americanas.

Em 07 de Novembro de 2008 por Felipe Inocêncio

O que parecia impossível de acontecer a 40 anos atrás se concretizou. Um negro na casa branca. Barack Hussein Obama é o novo presidente da nação berço da democracia liberal.

Sem as lutas pela igualdade racial nos EUA, talvez Obama não conseguisse ter se candidatado e, muito menos, ser eleito presidente. Graças á Martin Luther King e outros grandes líderes negros, que lutaram pela igualdade racial, o sonho foi realizado.

Quando o célebre Martin Luther King disse em seu discurso ''I have a dream...''  que um dia gostaria de ver descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos sentados na mesa da fraternidade, isso de fato foi um grande avanço pois foi discursado em uma época na qual negros não tinham direitos nem liberdade política.

Agora vejamos com outros olhos. O fato de o presidente ser negro, branco, amarelo ou azul não implica que este seja um bom ou mau gestor. Os Norte-Americanos caíram na mesma armadilha pela qual foi eleito o presidente do Brasil: Luiz Inácio Lula da Silva . Por este ser um nordestino, ex-metalúrgico, filho pobre da seca nordestina, fez dele um bom presidente? Eu creio que não. Presenciamos, nestes últimos anos, os maiores casos de corrupção que este país já sofreu. A compra deliberada de uma assembléia por membros do governo é algo gravíssimo. Em minha opinião e na da maioria das pessoas ajuizadas, a cor da pele ou a situação social do candidato não faz dele um bom governante.

Os americanos não escolheram corretamente, não analisaram a vida pregressa do candidato Obama. Veja bem, cinco equipes de pesquisadores acadêmicos, sem contato entre si, examinaram o seu livro de memórias, Dreams of My Father , e, usando métodos computadorizados de investigação de autoria, concluíram que este não foi escrito por ele, mas sim por William Ayers , o terrorista com o qual Obama jurava não ter tido senão contatos raros, ocasionais e sem nenhuma importância.

Ele até inventou o absurdo que seu tio libertou prisioneiros de Auschwitz (não foram os russos?).

Nós bem sabemos que quando a mídia apóia certos candidatos boa coisa é improvável. Artistas como a Opra Winfrey , que é a favor do aborto, e outras bizarrices de uma esquerda radical apoiavam Obama. Tudo que é lixo, degradante, deplorável a mídia e os artistas apóiam; foi fácil para muitos perceber que o presidente negro não era um bom candidato.

Nas ultimas eleições brasileiras o episódio se repetiu, o candidato pró-maconha, pró-homossexualismo, pró-aborto, e outros prós-deploráveis, Fernando Gabeira , era apoiado pela mídia e pelos artistas.

Nos Estados Unidos, segundo o filósofo Olavo de Carvalho , só o fato de você se opor ao candidato negro, mesmo que as críticas fossem válidas e coerentes, fazê-las era pretexto para agüentar acusações de racismo ou mesmo boas pancadas, mesmo que as críticas nada tivessem a ver com racismo. No Brasil na época das eleições de Lula se o indivíduo era contra ele, já despencavam palavras como: fascista, nazista, reacionário e elitista.

Não é estranho que o vencedor seja uma pessoa apoiada entusiasticamente pela Al-Qaeda, pelo Hamas, pela Organização de Libertação Palestina, pelo presidente iraniano Ahmadinejad , por Muammar Khadafi , por Lula, por Hugo Chávez , pró-comunistas, pró-terroristas do mundo? Um suposto americano (sim, pois o seu irmão jura que ele nasceu no Quênia e não no Havaí) seja aplaudido por todas as forças antiamericanas do mundo?

É... Parece que o país da democracia e da liberdade vai se dar mal!!!

Felipe Inocêncio